Expresso do grito!

Eu grito por dentro junto com vozes dissonantes nas horas do dia. Dust.

Penso mais que a sensação do acabado, posto fim numa onda de entregamento. E ponho meu corpo aberto a alma exposta, pensando no toque, assumindo a troca, gerando carinho.

Quando o expresso leva o corpo, mas deixa a alma, talvez tenha passado um ponto.

Mesmo quieto, falo mais da quebra, não é situação como fantasia em minha imaginação. Só que, falo do que?

Do grito harmonia vindo do som como matéria física que se desloca. Nesse pensar não cabe mais o remoer de não ter, aquilo que nunca chegou a ser teu. É busca do que passou no expresso desde noites passadas, seguindo seu trajeto interruptamente. Nele vem as vozes dissonantes que me tiram a paz do simples dia, fixando a imagem e o sonho, do que somente existe na minha cabeça!

É simples passagem. Não travou igualdade de sentimentos. Meu corpo dorme sem forças para olhar a janela. É nela que me vem toda a imagem circular donde piso. Nesse piso estão as situações do prazer e angústia, de conhecer a dor de um não.

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